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Direitos do Consumidor

Procon divulga preço de cesta básica

O valor da cesta básica teve um aumento de 3,26% em relação a fevereiro deste ano. A recomendação é que o consumidor evite comprar em grande quantidade para estocar em casa, conduta que contribui para a elevação no preço das mercadorias

Publicado em: 02 de abril de 2020 às 12:13 | última atualização: 02 de abril de 2020 às 15:32

A cesta básica em Goiânia teve um aumento de 3,26% em março, revela pesquisa do Procon Municipal.   O preço médio da cesta básica, que em fevereiro era de R$ 437,96, passou para R$ 452,25 no mês de março.

A cesta básica em Goiânia teve um aumento de 3,26% em março, revela pesquisa do Procon Municipal. O preço médio da cesta básica, que em fevereiro era de R$ 437,96, passou para R$ 452,25 no mês de março.

A pesquisa constatou que o quilo da batata inglesa apresentou uma das maiores variações de preço. Vendida por uma faixa que varia de R$ 2,37 até R$ 7,99, alcançou uma variação de 237,13%. O valor do quilo do tomate comum teve uma variação de 123,75%. O quilo pode ser encontrado de R$ 2,99 a R$ 6,69.

O café em pó (500 gramas) variou de R$ 6,99 a R$ 12,99, resultando em uma variação de 85,84%. O quilo da banana prata teve uma variação de 75,63%.  O menor preço verificado foi de R$ 3,98 o quilo e o maior a R$ 6,99. Na carne foi encontrado, no coxão mole, uma variação de até 56,22%. O quilo pode ser encontrado de R$ 22,98 a R$ 35,90.

A Gerência de Cálculo e Pesquisa do Procon Municipal pesquisou o preço de três marcas de arroz. O pacote de um arroz marca “X”, variou de R$ 14,19 a R$ 14,99, resultando em uma diferença de 5,64%. Um outro de uma marca “Y”, foi encontrado de R$ 14,99 a R$ 16,90, uma variação de 12,74%. E da marca “Z” obteve uma variação de 15,40%, o menor preço foi de R$ 12,99 e o maior de R$ 14,99. Já o quilo do feijão carioca teve uma variação de 21,24%. O valor do quilo do açúcar apresentou uma variação de 23,68%.

De acordo com o Superintendente do Procon Goiânia, Walter Silva, a crise do coronavírus (Covid-19) não foi o principal fator para variação no preço dos produtos.  Segundo ele, alta do dólar, as variações climáticas e as pessoas que estão comprando alimentos em maior quantidade que o normal para estocar em casa colaboraram para aumento da cesta básica.

“Não há necessidade de estocar alimentos. O Ministério da Agricultura garante que não haverá desabastecimento, no Brasil. O leite ficou caro, por causa da grave seca no Rio Grande Sul. Os grandes produtores de leite estão no sul do país. O trigo e seus derivados também tiveram forte alta nos últimos dias. Como a produção nacional não é suficiente para atender o mercado interno, boa parte do produto consumido no país é importado e pago em dólar.  Com o dólar alto, o preço do produto já aumentou bastante “, explicou.

Dicas ao consumidor

O Procon Goiânia orienta que os consumidores façam pesquisa antes da compra e saibam ir com calma ao supermercado.  A recomendação é que o consumidor evite comprar em grande quantidade para estocar em casa, conduta que contribui para a elevação no preço das mercadorias.

Devido a rápida propagação da Covid-19, recomenda-se que idosos não devem ir aos supermercados fazer compras. O consumidor deve permanecer no máximo 30 minutos dentro dos estabelecimentos e uma única pessoa da família deve se encarregar de realizar as compras necessárias. Não levar crianças ao mercado, se manter a um metro e meio de distância afastado em caso de filas dentro do supermercado, evitar aproximação no pagamento no caixa e limpar com álcool carrinhos e cestas de compras são medidas que devem ser tomadas para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

A pesquisa constatou que o quilo da batata inglesa apresentou uma das maiores variações de preço. Vendida por uma faixa que varia de R$ 2,37 até R$ 7,99, alcançou uma variação de 237,13%. O valor do quilo do tomate comum teve uma variação de 123,75%. O quilo pode ser encontrado de R$ 2,99 a R$ 6,69.

O café em pó (500 gramas) variou de R$ 6,99 a R$ 12,99, resultando em uma variação de 85,84%. O quilo da banana prata teve uma variação de 75,63%.  O menor preço verificado foi de R$ 3,98 o quilo e o maior a R$ 6,99. Na carne foi encontrado, no coxão mole, uma variação de até 56,22%. O quilo pode ser encontrado de R$ 22,98 a R$ 35,90.

A Gerência de Cálculo e Pesquisa do Procon Municipal pesquisou o preço de três marcas de arroz. O pacote de um arroz marca “X”, variou de R$ 14,19 a R$ 14,99, resultando em uma diferença de 5,64%. Um outro de uma marca “Y”, foi encontrado de R$ 14,99 a R$ 16,90, uma variação de 12,74%. E da marca “Z” obteve uma variação de 15,40%, o menor preço foi de R$ 12,99 e o maior de R$ 14,99. Já o quilo do feijão carioca teve uma variação de 21,24%. O valor do quilo do açúcar apresentou uma variação de 23,68%.

De acordo com o Superintendente do Procon Goiânia, Walter Silva, à crise do coronavírus (Covid-19) não foi o principal fator para variação no preço dos produtos.  Segundo ele, alta do dólar, as variações climáticas e as pessoas estão comprando alimentos em maior quantidade que o normal para estocar em casa colaboraram para aumento da cesta básica.

“Não há necessidade de estocar alimentos. O Ministério da Agricultura garante que não haverá desabastecimento, no Brasil. O leite ficou caro, por causa da grave seca no Rio Grande Sul. Os grandes produtores de leite estão no sul do país. O trigo e seus derivados também tiveram forte alta nos últimos dias. Como a produção nacional não é suficiente para atender o mercado interno, boa parte do produto consumido no país é importado e pago em dólar.  Com o dólar alto, o preço do produto já aumentou bastante “, explicou.

Dicas ao consumidor

O Procon Goiânia orienta que os consumidores façam pesquisa antes da compra e saibam ir com calma no supermercado.  A recomendação é que o consumidor evite comprar em grande quantidade para estocar em casa, conduta que contribui para a elevação no preço das mercadorias.

Devido a rápida propagação da Covid-19, recomenda-se que idosos não devem ir aos supermercados fazer compras. A permanência de no máximo 30 minutos dentro dos estabelecimentos. Uma única pessoa da família para realizar as compras necessárias. Não levar crianças ao mercado. Manter um metro e meio de distância afastado em caso de filas e dentro do supermercado. Evitar aproximação no pagamento ao caixa e limpar com álcool carrinhos e cestas de compras.

 O Procon Municipal realizou a pesquisa de preços entre os dias 25 de março e 30 de março. Foram pesquisados 29 produtos em nove supermercados, aqui da capital. Confira aqui a pesquisa completa.

Anderson Clemente, da editoria de Defesa do Consumidor