O Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Municipais (IMAS) passa a atender por meio do sistema de regulação e controle e não mais por cotas, como ocorria desde a implantação do instituto. A medida, de acordo com o presidente do órgão, Júnior Café, visa melhorar o atendimento ao usuário.

“No sistema de cotas, o credenciado tinha um valor estipulado para atendimento por mês aos beneficiários e quando este valor era utilizado em sua totalidade o credenciado não podia atender mais os usuários até o mês seguinte e isso acabava gerando um conflito na administração das cotas”, explica o presidente.

“O novo sistema é um controle de tudo aquilo que é feito pelo nosso segurado junto ao credenciado e junto ao IMAS e na medida que foi estabelecido um valor ao prestador para atendimento por mês e o prestador verifica que foi consumido um percentual desse consumo em atendimentos, ele entra em contato com o IMAS e solicita um reajuste, desde que justifique que há uma demanda maior para ser atendida durante aquele mês, e nós do IMAS fazemos este reajuste no mesmo momento para o prestador. Isso é feito diariamente, diferente do sistema de cotas, em que o prestador que usou o valor repassado antes do término do mês não podia atender mais o beneficiário, ressaltando que os atendimentos de urgência e emergência não precisam de ajustes e reajustes, os prestadores são obrigados a atender conforme a resolução 00422016/imas”, pontua.

Júnior Café afirma ainda que todos os prestadores foram comunicados via sistema e em alguns casos foram chamados para reuniões, quando foi repassada a cada um deles a mudança de sistema de cotas para controle e regulação.

Usuários

Segundo o presidente do instituto, o novo sistema é mais benéfico para o usuário e caso algum prestador afirme que não está atendendo por causa das cotas, o usuário deve informar ao IMAS.

Fabricio Magalhães, do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Municipais (IMAS)