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Coronavírus

Igrejas e templos devem se adequar às novas regras de segurança 

Entre as medidas está a proibição da entrada de fiéis sem máscara de proteção ou com sinais de febre 

Publicado em: 25 de junho de 2020 às 15:12 | última atualização: 25 de junho de 2020 às 15:13

Com a flexibilização das celebrações religiosas na capital, que agora passaram de um para dois dias por semana, a Prefeitura de Goiânia criou novos protocolos de segurança para preservação da saúde dos frequentadores, como proibição da entrada de fiéis sem a máscara de proteção facial e a limitação em 30% da capacidade máxima do local. 

De acordo com o Decreto N•1.187, será obrigatório que uma das atividades aconteça no domingo. No caso dos sabatistas aos sábados. Entre as novas medidas, estão as alternâncias de horários e intervalos de no mínimo duas horas entre uma celebração e outra, evitando aglomerações internas e nas proximidades dos templos. O local terá que ter produtos para higienização das mãos e calçados em todas as entradas. 

Outro medida divulgada no decreto é a medição da temperatura dos fiéis, ficando proibido o acesso de quem apresentar quadro febril.

A Arquidiocese de Goiânia diz que é favorável à flexibilização, que está seguindo rigorosamente as exigências e recomendações e que os locais vão oferecer ambientes mais seguros aos fiéis.

A administração municipal reforça que autorizou a flexibilização com base na última nota técnica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), mas não descarta a possibilidade de voltar com as restrições se for constatado um aumento do número de casos acima do previsto.  

Números 
Goiânia é a 19ª entre as 27 capitais em números de casos registrados da doença e mesmo sendo a 10ª cidade com maior população não figura entre as 60 principais cidades do país em números de óbitos pela doença.

Todas as pessoas com teste positivo pelo coronavírus receberam tratamento, sem que nenhum paciente tenha ficado mais que 24 horas esperando leito de enfermaria ou de UTI. Ainda que a doença, de enorme gravidade, também tenha avançado em Goiás nas últimas semanas, não foi registrada superlotação de hospitais ou pessoas morrendo sem atendimento, como ocorreu em diversas regiões do país.

Diego Reis, da Diretoria de Jornalismo