Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam Goiânia como a 5ª capital do país que mais gerou empregos no primeiro trimestre de 2022. Foram 12.312 novas vagas de trabalho com carteira assinada. “Este é o ano da retomada econômica. Vamos superar as dificuldades impostas pela pandemia”, afirma prefeito Rogério Cruz.

O número é calculado pela subtração do total de contratações (79.573) pelas demissões (67.261) no período. O setor de serviços gerou 8.349 postos de emprego, e a construção civil ficou em segundo lugar, com 2.885. Em seguida, estão comércio (547), indústria (499) e agropecuária (32). No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento do saldo da geração de empregos é de 9,14%.

“A prefeitura trabalha para construir ambiente favorável para nossas empresas crescerem, gerarem mais emprego e renda para a nossa população”, observa o prefeito Rogério Cruz.

O Caged também divulgou o número de contratações no mês de março, que atingiu saldo de 1.762 novos trabalhadores com carteira assinada. Dados apontam movimento de recuperação da economia, e significativo avanço em relação a 2021. No mesmo período do ano passado, houve déficit de -1.883 postos de trabalho.

Em março, o setor da construção civil impulsionou a geração de empregos, com 725 novas admissões, um crescimento de 2,23%. A área de serviços ficou em segundo lugar, com 604 contratações e crescimento de 0,22%.

Capitais
Goiânia foi a quinta capital do país com maior saldo na geração de empregos em 2022. No primeiro trimestre, obteve 12.312 novas admissões. São Paulo ficou em primeiro lugar (60.557), Rio de Janeiro em segundo (20.859), Curitiba em terceiro (17.321), e Brasília na quarta posição (15.231).

A capital lidera entre os municípios goianos que mais geraram empregos em março. A segunda colocação ficou com Cristalina (1.279), seguida por Anápolis (868), Aparecida de Goiânia (768) e Santa Helena de Goiás (595).

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) – Prefeitura de Goiânia

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