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Comunicação

Goiânia: cooperativas de reciclagem receberão itens de higienização e de proteção

Medida, que faz parte das ações adotadas pelo município para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, foi tomada após diálogo com o Ministério Público do Estado de Goiás

Publicado em: 03 de abril de 2020 às 16:50 | última atualização: 03 de abril de 2020 às 16:53

A coleta do lixo reciclável de Goiânia, segundo a Associação de Empresas de Limpeza (Abrelpe), é uma das melhores do país porque o município mantém, em parceria com 14 cooperativas, um programa de coleta seletiva que beneficia todas as regiões da cidade. Diante disso e do atual cenário de emergência em saúde, o prefeito Iris Rezende determinou nesta sexta-feira (3/4) a aquisição de itens de higienização e de proteção para os trabalhadores que atuam nas cooperativas da cidade. 

A medida foi tomada após diálogo entre a Agência de Regulação de Serviços Públicos de Goiânia (ARG) e o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), por meio do promotor de Justiça Juliano Araújo de Barros. As conversas contaram também com a participação de representantes das cooperativas.

De acordo com presidente da ARG, Paulo César Pereira, os itens vão beneficiar, em média, 20 trabalhadores por cooperativa. "Com esta iniciativa, mais de 280 pessoas que trabalham com recicláveis terão acesso a materiais básicos para a correta higienização e adequada proteção neste período em que as autoridades sanitárias recomendam ações preventivas contra o novo agente do coronavírus", afirma. 

Entre os artigos que estão sendo adquiridos pela Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) estão 30 pulverizadores manuais costais de 20 litros, hipoclorito de sódio, 1.500 máscaras N 95, 900 pares de luvas de látex, 300 sabonetes em barra, 300 pacotes de papel toalha, 300 frascos de um litro de álcool em gel 70% e 300 capas de chuva forradas.

Além da aquisição de itens de proteção individual, é importante destacar que as cooperativas que ajudam de forma permanente no trabalho de limpeza urbana — que é considerado um serviço essencial — já adotaram medidas preventivas que incluíram o afastamento temporário dos trabalhadores que integram o grupo de risco enquanto valer o decreto de situação de calamidade pública na capital. 

Thiago Araújo, da Diretoria de Jornalismo