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Coronavírus

Em dois meses, Goiânia passa de 40 para 173 leitos de UTI para covid-19

Em maio a cidade contabilizava 40 leitos de UTI para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus. Em oito semanas, o número passou para 173, com a perspectiva de aumentar ainda mais no início de agosto

Publicado em: 21 de julho de 2020 às 15:40 | última atualização: 21 de julho de 2020 às 17:16

Nos últimos dois meses, Goiânia passou de 40 para 173 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) direcionados especificamente para o tratamento da covid-19. O aumento exponencial, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), é resultado de uma série de ações, que incluem ainda a realização de testagem e monitoramento de casos suspeitos, para conter o avanço do novo coronavírus e garantir assistência médica especializada para toda a população. 

Segundo a superintende de Regulação da capital, Andreia Alcantara Barbosa, o município trabalha desde o início da pandemia para ampliar a oferta de leitos. "Dificilmente iremos encontrar outra capital que apresente essa ampliação tão expressiva dos leitos de UTI no país. E a perspectiva do município é dobrar o número de leitos nos próximos dias", afirmou em entrevista nesta terça-feira (21/7). 

Para isso, no último dia 13 a Prefeitura de Goiânia realizou um pregão eletrônico e contratou 100 novos leitos de UTI. "Agora, depois de realizar esse processo licitatório, a SMS vai montar os equipamentos. Eles começarão ser operacionalizados na primeira semana de agosto no novo prédio do Hospital das Clínicas, um dos 11 espaços direcionadas para o tratamento da covid-19 no município", garantiu. 

Sobre a ocupação dos leitos de Goiânia por pacientes do interior, Andreia Alcantara explicou que neste momento de pandemia, especificamente para o tratamento da covid-19, a regulação de pacientes das cidades goianas é realizada pela Central de Regulação do Estado. "Essa medida foi acordada, de forma colegiada, entre Goiânia, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás e as outros 245 municípios. Quando existe a necessidade de transferir um paciente para Goiânia, o Estado é quem solicita para a Central de Regulação da capital", detalhou. 

De acordo com a gestora, Goiânia segue trabalhando para que os pacientes não fiquem aguardando em filas de espera. "Apesar de termos vistos situações semelhantes em outras capitais, isso até hoje não ocorreu em Goiânia porque o município atua para implantar novos leitos a medida que o município registra novos casos da doença", finalizou Andreia Alcantara.

Thiago Araújo, da Diretoria de Jornalismo