Educação

Educação faz live sobre gravidez na adolescência

Direcionado a professores, coordenadores e diretores da rede municipal de Educação, o debate será realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Poder Judiciário e Conselho Municipal dos Direitos da Mulher

Publicado em: 16 de fevereiro de 2021 às 14:34 | última atualização: 16 de fevereiro de 2021 às 14:36

Juiza Maria Socorro de Sousa Afonso da Silva, 1º Juizado da Infância e da Juventude (TJGO) - antes da pandemia

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A Prefeitura de Goiânia,  por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o Poder Judiciário e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, promove live sobre a prevenção da gravidez na adolescência nesta quarta-feira (17/2), às 14 horas.

O debate faz parte da Semana de Prevenção da Gravidez na Adolescência, do Governo Federal e tem o objetivo de reduzir os índices brasileiros de gravidez precoce e as infecções sexualmente transmissíveis.

Participam da live, a  juíza do 1º Juizado da Infância e da Juventude, do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), Maria Socorro de Sousa Afonso da Silva,  e a médica pediatra, especializada em atendimento ao adolescente, Elisa Oliveira Dafico. 

O evento será transmitido pela plataforma Zoom. É direcionado a professores, coordenadores e diretores da rede municipal de Educação para que levem a pauta de forma permanente para dentro das instituições de ensino. 

No entanto, qualquer pessoa da comunidade escolar pode participar, basta acessar e se inscrever até o momento da live, às 14h, no link https://tjgo.zoom.us/j/81194165095?pwd=NStUdXRPejhIZzZkNUsrUGtudTVPQT09#success

Também será  gravada e disponibilizada para as Coordenadorias Regionais de Educação (CRE), servindo de conteúdo para  que os professores  trabalhem a temática ao longo do ano letivo de 2021. 

Segundo dados de 2017 da Organização Mundial de Saúde (OMS), a América Latina e o Caribe possuem o segundo maior índice de gravidez na adolescência em todo o mundo. A gestação não planejada em adolescentes gera consequências biopsicológicas para as gestantes e para família, como mortalidade materna, evasão escolar, nascimento prematuro, entre outros.

De acordo com a gerente de Inclusão, Diversidade e Cidadania da SME, Luciana Machado, é necessário estabelecer diálogo permanente entre escola, educandos e famílias promovendo a educação sexual nas escolas e contribuindo para a diminuição dos casos de gravidez na adolescência.

Núbia Alves, da Editoria de Educação 

Foto: João Sérgio/MPGO

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