A Prefeitura de Goiânia iniciou, nesta quarta-feira (19/1), mais uma ação de abertura de imóveis desocupados e fechados na Capital para eliminação de possíveis focos do mosquito Aedes Aegypti. Amparada por liminar judicial, a ação conta com o auxílio de um chaveiro para entrar nos locais. Neste primeiro dia, foram abertos nove imóveis e encontrados, em cinco deles, focos do mosquito, que transmite doenças como dengue, zika e chikungunya. 

O secretário de Saúde de Goiânia, Durval Pedroso, informou que esse é o momento ideal para destruir os possíveis criadouros. “Tivemos muitos dias de chuva e agora com o calor é quando os ovos eclodem, portanto, é o momento certo de fazer uma ação igual a essa que começamos hoje. Importante também que todos os moradores de Goiânia façam isso em suas casas, não podemos deixar o número de casos de dengue crescerem como está atualmente”, reforçou.  

Durval chama a atenção, também, para os números da dengue em Goiânia. “No ano passado foram 11.173 casos e este ano, até agora, já foram 1.189 notificações de prováveis casos, o que é muito preocupante”, conclui. Em dezembro de 2021 os agentes de endemias da Vigilância Sanitária abriram 103 imóveis nos setores Marista, Bueno, Oeste, Sul, Jardim América, Parque Amazônia, Pedro Ludovico, Vila Redenção e Jardim Goiás. Na ocasião, foram encontrados 194 focos do mosquito Aedes em 53 imóveis.

Desta vez, os agentes visitarão imóveis em setores como Vila Nova, Universitário, Negrão de Lima e Aeroporto.  O trabalho será desenvolvido por agentes de combate de endemias, auditor fiscal de Saúde Pública, guardas civis e chaveiros para a abertura de cadeados, caso seja necessário.

Sirlene Mendonça, da editoria de Saúde

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